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Lições que a vida dá…

Nunca pensei que Courtney Love teria algo a me ensinar…mas eis que a vida é uma caixinha de surpresas, e num belo domingo de sol…

Linda e loura ?

Linda e loura ?

Courtney Love me ensina que é possível postar sempre mais em seu blog!

Sim, a fofa conseguiu postar mais de 60 vezes no seu blog pessoal no MySpace no último domingo. Já sobre o conteúdo, esse humilde blog prefere não tocar no assunto, já que nosso foco não é psiquiatria!

E esse look Meu Pai ? CRUZES! Me lembre uma cruza de Gasparzinho X Viúva Porsina*!

* (Para os mais jovens, era um personagem da Regina Duarte, breguíssima e amante das cores berrantes, numa novela dos anos 80, cujo nome desapareceu dessa mente sequelada…)

Antes ver isso que ser cega. E para quem está lendo “Ensaio sobre a Cegueira” do Saramago, creiam-me, isso é muito sincero!

Mulher tem cada uma que só mesmo outra mulher pra entender !
Desde que vi pela primeira vez na mídia o lápis Violet da Chanel, fiquei doida. Em seguida vi a máscara Bad Gal Blue da benefit, e em algum lugar dos meus neurônios ficou decretado que eles haviam nascidos um para o outro, como almas-gêmeas !

A partir desse misterioso instante não sosseguei enquanto não tive os dois juntinhos ! (Acreditam que nem os testei sozinhos? Vai entender…)

Enfim, que eu gostei bastante, mas fiz uma pequena mudança, comprei o Violine da Chanel que tem a mema cor do Violet, mas é a prova d’água (e não necessita de uma guerra para se livrar dele depois !).

E o resultado ta aí…..

Olhos preparados com paint pot MAC painterly.


Sem nada (Ou melhor PP Painterly…):

sem-nada

Lápis Chanel Violine embaixo, Rimel Benefit Bad Gal Blue (2 camadas) nos cílios:

lapis-chanel-violine-embaixo-rimel-benefit-bad-gal-blue-2-camadas-nos-cilios

Lápis Chanel Violine embaixo, Rímel Maybelline Colossal nos cílios (1 camada) e Rimel Benefit Bad Gal Blue apenas nas ponta dos cílios, aplicado depois do Colossal:

lapis-chanel-violine-embaixo-rimel-maybelline-colossal-nos-cilios-1-camada-e-rimel-benefit-bad-gal-blue-apenas-nas-ponta-dos-cilios-aplicado-depoi

O tamanho da escovinha do Benefit Bag Gal Blue é mega, mas totalmente mess-free. Não faz bagunça, sujeira, nem borrões, e olhe que essa que vos fala/escreve é a rainha da bagunça !

Essa de passar a máscara preta e o BGB nas pontas é uma dica do site da Benefit, e sinceramente não vejo qualquer diferença. De dia vc nota bastante a cor, principalmente de perto ou no sol. De noite acho quase impossível notar que não é preto. E realmente destaca os olhos, na minha opinião. Já fiz make preta ao lado dessa e vi que o efeito para o meu castanho é realmente enorme !

Enfim, gostei muito do lápis, e adorei a máscara!

Séries – Ghost Whisperer

Eu sou definitivamente uma série-maníaca. E de gosto duvidoso ! Creia-me !
Da extinta-e-recém-ressucitada “Beverly Hills, 90210 “, chamada pela Globo nos anos 80 de “Barrados no Baile“, Melrose, The O.C. (Não disse que o gosto era duvidoso ?), Saving Grace, Ghost Whisperer, Sex and the City (Lógico !!!), Lost, Gossip Girl e por aí vai….minha lista é extensa.

Assim como na vida real, na vida de quem ama suas séries favoritas, sempre há uma decepção a ser superada. Já fiquei chocada com a morte da Marissa de “The O.C.“, da Andréa, sócia da Melinda Gordon em Ghost Whisperer . Mas a mais nova decepção parece mesmo insuperável ! Se alguém acompanha Ghost Whisperer, vai entender o que estou falando. Pra quem não acompanha,  meu resumo do enredo:

“Melinda Gordon mora numa pequena cidade dos EUA, casada com Jim (marido fofo que ajuda Melinda a ajudar os fantasmas, e ainda ajuda mais um monte de gente porque é paramédico ), dona de um antiquário com uma sócia/funcionária adorável, que tem um filho adolescente também fofo, e que tem mais uma coisinha: a habilidade de ver e falar com os mortos. Então além da vida real, Melinda tenta ajudar esse espíritos, que tem assuntos mal resolvidos, a resolverem suas “pendências, e fazerem a passagem (É, aquele lance da luz e tal…) E conta com o apoio dos amigos, maridon e tals…“

(Já disse que tenho gosto duvidoso?)

Apresentando:

Melinda Gordon

Melinda Gordon

Jim Clancy

Jim Clancy

Enfim, adoro a série, as histórias positivas, as lições e pequenas mensagens que podemos encontrar nos episódios. (…momentos “Alice“…)

Mas agora na quarta temporada, no sexto episódio, passado a semana passada nos EUA,  Jim, o marido, foi atingido por um tiro, e no finalzinho do episódio, ele aparece fora do corpo, já morto, enquanto os médicos tentam em vão reanimar seu corpo !

PUTA QUE PARIU ! Matar o Jim não né? Como assim Bial ?

Cabeça de telespectador acostumado com a Globo: Não, ele não morreu né?! Afinal, existe desfibrilador pra que né? (Também assisto E.R., House e Greys Anatomy !)

Bom, findo o capítulo, rosto banhado em lágrimas, resta praguejar contra o autor da série por ser assim tão desumano com os telespectadores (Ô palavrinha mais Silvio Santos!) e esperar uma semana INTEIRA pra saber se esse infeliz criou juízo e ressucitou o Jim !

Hoje, estou eu linda e loura baixando o torrent do sétimo e temido episódio. Sim, eu baixo torrents, e P2P e o diabo que aparecer. Minha irmã diz que eu sou um índio no quesito cidadã, sempre com um complementar: _Não que um índio se comporte como você !
Nunca entendo, mas se fosse índia, não gostaria de ouvir isso !

Enfim, capítulo baixado, legendas a postos, figas feitas, vou lá pra ver o q eu acontece ao Jim !

PUTA QUE PARIU ! MATARAM O JIM ! E mataram mesmo, sem idéia de retorno. Volto a cena várias vezes, quase esperando surgir uma ressurreição abrupta, mas nada, Jim está realmente morto. E não quer fazer a passagem. Assisto o resto do capítulo numa tristeza de fazer dó, quase em estado letárgico, chocada mesmo. Coitada da progenitora do autor…

Mas como se não bastasse o choque no começo do capítulo, a cerejinha bizarra fica pra cena final, quando Jim “pula“ pra dentro de um corpo de um outro coitado que tinha acabado de morrer. E RESSUCITA em outro corpo.

Senhoras e senhores, autore de série, pelamor….que andam tomando vós? LSD?

Fui da tristeza sem fim ao choque-nojinho-blahhh…..o que que é isso minha gente, roubar corpo já é demais né ?!

Será que o autor já parou pra pensar que quem acompanha a série, escolheu um seriado calminho, tranqüilo, com historinhas parecidas a cada capítulo?

Ninguém certamente queria ver corpos sendo roubados, casais perfeitos separados pela morte, afff….desquitei!

É TPM minha gente.

Tive a incrível oportunidade de viajar pra Nova York há pouco tempo atrás. Não tinha nenhum produto Benefit e quase caí de joelhos na Sephora diante da vitrine da marca.

As embalagens são soooooooooooo cute. Os produtos criativos e os preços não são barateenhos, mas tb não chega a ser um assalto.

Resultado: rombo no cartão e vários produtos Benefit na nécessaire. Vou falar sobre os mais desconhecidos que comprei na cara e na coragem.

Esse é uma das melhores surpresas. O Lemon Aid é um corretivo amarelo, indicado para a área das pálpebras. Promete disfarçar marcas vermelhas, vasinhos e descolorações, e amigas, CUMPRE O QUE PROMETE !

Eu uso com o dedinho mesmo, não me adaptei bem ao pincel com ele. Só encosto no potinho, dou leve batidinhas sobre a pálpebra, depois uniformizo a aplicação. Ele clareia, e disfarça ma-ra-vi-lho-sa-men-te as minhas “quase -varizes” que tenho nas pálpebras. Nem vasinhos nem nada. Ele clareia e dá um up mesmo.

Uso sob o make, em dias sem make, de noite, de dia, qualquer hora. Virou item obrigatório ! Recomendo.

Pras meninas que ainda não sabem, a Benefit vende on line e entrega os produtos no Brasil. Não dá pa rastrear a encomenda e o frete não é dos mais baratos. Mas nada assustador demais, não fosse a variação cambial que nos atinge no momento. Preço o site da Benefit: 20 doletinhas.

Enfim fica a dica…abaixo foteenhas do meu:

(Por favor, desconsiderar a existência da minha redícula sombrancelha!

Minha querida Hilda…

Adoro poesia. Mas não sou uma daquelas pessoas extremistas que parecem viver em outro planeta graças à uma chata obsessão poética. Tenho poucos e grandes amores na poesia. E definitivamente, minha querida Hilda, é o maior deles.

Hilda Hilst. Ela nasceu em jaú, no interior de São Paulo, em 21 de abril de 1930. Pais divorciados, pai esquizofrênico. Cursou direito na Faculdade do Largo São francisco. Não casou-se ou teve filhos. Foi belíssima, e musa de muitos. Amava a solidão. Vivia afastada da cidade. Tinha dezenas de cachorros. Foi contestadora, antenada, escandalizando a sociedade paulistana de seu tempo.

Sua vasta obra inclui poemas, prosa, peças para teatro, músicas, criticas entre outros. Foi agraciada com uma infinidade de prêmios. Sua obra ganhou o mundo.

Foi amiga de Lygia Fagundes Telles, outra escritora que amo (As meninas, Ciranda de pedra) por toda a vida, como disse a própria Lygia.

Hilda faleceu no dai 4 de fevereiro de 2004, em Campinas, São Paulo.

Vez por outra, vou trazer pra cá algo dela que me toque.


Aflição de ser eu e não ser outra.
Aflição de não ser, amor, aquela
Que muitas filhas te deu, casou donzela
E à noite se prepara e se adivinha
Objeto de amor, atenta e bela.

Aflição de não ser a grande ilha
Que te retém e não te desespera.
(A noite como fera se avizinha)

Aflição de ser água em meio à terra
E ter a face conturbada e móvel.
E a um só tempo múltipla e imóvel

Não saber se se ausenta ou se te espera.
Aflição de te amar, se te comove.
E sendo água, amor, querer ser terra.”

soft blush

Um conceito de maquiagem totalmente diferenciado que transforma a aplicação do blush em um momento de puro prazer. Embalagem moderna, sofisticada e prática. Seu design permite uma aplicação delicada através de uma esponja ultramacia e o espelho oferece a praticidade para produção requintada ou um rápido retoque a qualquer hora. A textura em pó é delicada e suave e seu tom rosado valoriza o formato do rosto e o visual leve e saudável do verão. Um produto que se tornará indispensável

Ps.: Imagem e texto retirados do site do Boticário.

Dia desses fui na loja do Boticário, que para minha completa desgraça financeira fica a 11 passos da porta da minha casa, procurar uma tal solução para sobrancelhas que me indicaram para sobrancelhas falhadas (que no meu caso se assemelha mais a: destruída, sem noção, sem desenho, sem definição e sem qualquer sombra de senso estético.). Mas esse produtinho espetacular fica pra outro post.

Enfim que como boa representante do sexo feminino, fiquei maluca com outras coisas, dentre elas, uma cor de blush deles. Não gostei muito da embalagem e aplicador, mas enfim, é a vida né ?!

O nome dele é soft blush e a embalagem vem com uma esponjinha acoplada, e vc não encosta a mão no pó em si, que é solto.

A cor que comprei é o Rosa Diurno. Adorei na embalagem, e sequer parei pra pensar se não ficaria over em mim que sou branquinha.

My view:

A esponjinha que promete ser super macia, não é. Mas também não é uma piaçava. Usável.

O estojo que a vendedora acha incrível para retoques e permanência na nécessaire, na minha relez opinião, é grande demais pra isso. Nem o espelhinho cute na tampa me convenceu.  Prefiro carregar algo pequetito como o Bourjouis.

A cor é realmente linda e pra ficar forte tem que passar muuuitas vezes.

A funcionalidade do aplicador não me agrada muito. Para pessoas meio ogras tipo eu não é muito prático, pois quando vc dá uma batidinha no lugar que vc quer que o bendito fique, ele também atinge a parte debaixo. A reclamação é mais ou menos parecida com a meleca que os pigments da MAC também fazem quando vc aplica no olha e ele cai na maça do rosto.

Sem cheiro, o que é bom.

No geral, amei a cor, a consistência e também o efeito na pele. Mas sinceramente reprovei o aplicador e o pote imenso (por culpa dele).

Mas mesmo assim se tornou um dos meus preferidos, porque no final o que importa mesmo, é como ele fica na pele !

Seguem umas foteenhas abaixo. Coisa para a qual não tenho o mínimo talento, então ficou assim, meio tosco mesmo.

Update: Ponto negativo seríssimo que esqueci, o preço: R$ 66,90. Caaaaaaaaaaro!

Hello world!

Sou uma balzaquiana de 34 anos, paulistana, tão tagarela, mas tão tagarela que resolvi escrever um blog, para “falar” um pouquinho mais…

Vivi muitas vidas em uma, e ainda vivo assim. Quebrei regras, fui subversiva, contestadora, forte e incomum. É uma maneira meio louca, pouco convencional, mas para mim, é mais divertido assim. Poucas vezes na vida trabalhei durante o dia. Tomei uma inacreditável quantidade de decisões erradas na minha vida, mas tive a determinação de tentar ao menos, consertá-las, quando puderam ser consertadas.

Já fui da lama ao topo e do topo à lama incontáveis vezes. E sei que o mundo é redondo, ele me provou isso outras incontáveis vezes.

Já me fiz muito mal no passado e tive a auto-estima à sete palmos abaixo da terra por grande parte da minha vida.

Mas me re-descobri e o faço todos os dias. Descobri como é gostoso cuidar de mim e me amar de verdade.

Adoro livros, música, animais, viajar, trabalhar e sou viciada em cosméticos. Adoro principalmente maquiagem. Precisaria de mais alguns rostos pra realmente usar tudo o que compro.

Sou mulher acima de tudo, e como todas, um bocado louca (desculpem, eu acredito !). Tenho TPM, às vezes choro como um bezerro, às vezes como chocolate (que normalmente não gosto) como louca, e às vezes me torno uma homicida em potencial. Já acreditei que poderia sofrer de síndrome bipolar de humor, mas cheguei a conclusão que só sou mulher. E está tudo bem.

Sou leitora silenciosa de muitos blogs, de alguns, há anos. Amo as escritoras e escritores maravilhosos aí pela blogosfera. Há pessoas passando informação útil pra quem procura. E histórias da vida real. Meu google reader é uma maratona (mesmo!) deliciosa que faz meu dia mais gostoso. Então vai ser difícil as vezes não citar algum desses queridos cantinhos.

Amo a beleza externa tanto quanto amo a interna. Me preocupo com ambas.

Não tenho a pretensão de ser escritora, de ter leitores. Mas adoro escrever, e tenho tanto na minha cabeça (e na minha nécessaire) que pensei: porque não?

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